quarta-feira, 16 de março de 2011

day of sun

Um dia especial!!!



sábado, 19 de fevereiro de 2011

Bons sentimentos

Ontem a noite estava deitada na minha cama, com uma xícara de chá, lendo um livro e me veio um pensamento e um sentimento: Estou feliz; sinto-me tranquila e em paz. Sensação gostosa. E hoje me peguei pensando mais uma vez na felicidade.

O que é ser feliz afinal? É ter tudo que desejamos, é alcançar nossos objetivos? É ter amigos queridos, ter uma família que é unida e íntegra? Acredito que a felicidade pode ser isso tudo e muito mais.

A minha percepção de felicidade hoje – digo hoje, porque amanhã posso ter outra percepção:

* Estar em equilíbrio emocional e afetivo;
* Sensação de tranquilidade;
* Acreditar que tudo vai dar certo;
* Fazer o bem ao próximo;
* Ser sorridente;
* E o mais importante, olhar o melhor das pessoas.


Acho que além do desejo de felicidade, meu sentimento é de tranquilidade. Hoje estou tranquila na minha vida, sem muitas expectativas, sem muitos planos, apenas tentando vivenciar o que há de melhor: nossas relações com pessoas queridas.

Ingenuidade


Ingenuidade: Forma de olhar a vida, forma de ser, estilo de vida, percepção sobre si mesmo e os outros. Nem sei se ingenuidade é isso, mas no meu olhar atual ele se resume por essas citações anteriores.

Ser ingênua faz com que você sofra mais (digo mais, porque os que não são ingênuos também não estão livres do sofrimento). Você acredita e confia genuinamente nas pessoas, se entrega, fala sua opinião sem medo de retaliação, compartilha momentos com o outro, como se este nunca fosse fazer mal nenhum a você.

Ser ingênua é sofrido, perceber que foi ingênua, em um momento considerado muito importante na sua vida, é mais sofrido ainda. A sensação é de que puxaram o seu tapete. E o sentimento é que não se pode confiar em todo mundo (principalmente nos homens).

Aí todos perguntam… ”você se arrepende?”, ”Voltaria atrás?”. A minha resposta é: Não! Se eu não tivesse vivido essa experiência, acho que continuaria pueril, e com certeza viveria uma outra parecida que eu quebraria a cara da mesma forma (ou mais ou menos, a gente nunca sabe)… As vezes penso que só adiantei a experiência negativa.

Nossa! Como eu soei amarga… Mas como sempre escutamos: “… coisas da vida”.